terça-feira, 30 de agosto de 2016

Novo tempo, Novo ciclo



     De volta à Jerusalem!

           No livro de Lucas, capítulo 10, dos versículos 30 ao 35 lemos a parábola do Bom Samaritano. E gostaria de compartilhar com vocês, de que forma nós, que buscamos em Deus uma alma feminina, sermos a essência do ensino dessa parábola que nosso amado Jesus contou.

           Entendemos que a Palavra de Deus é um tesouro profundo, e ainda que eu a  estudasse todos os dias cada estudo seria diferente, com vários temas....mas hoje quero falar à alma feminina.

          Vamos observar alguns pontos dessa história para fazermos uma reflexão.

"30 E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto."

 1) Quando estamos de costas para Jerusalém (Habitação de paz) e descemos a caminho de Jericó, que atraem por seu perfume e nos trancam em suas fortalezas, e aqui significa as fortalezas da nossa alma, ficamos vulneráveis aos ataques de satanás. Esse só cumpre o seu ofício e o faz muito bem; matar, roubar e destruir.

2) Os personagens que se seguem eram da mesma cidade ou talvez da mesma tribo do homem assaltado

"31 E ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
32 E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e vendo-o, passou de largo."

 As frases que podemos ouvir dessas pessoas:

 "vai se levantar sozinha, é forte!
 Eu sabia que iria se dar mal era só ver o rumo e as decisões que tinha tomado,
 eu não quis falar nada, se não pareceria que estava me metendo na vida dela, afinal, quem não erra? 

Pessoas que perdem a oportunidade de abençoar e promover a outros, preferem passar de largo, não se envolver!

Em um mundo caótico, onde a lei da selva e do descaso imperam, temos os mesmos pensamentos dos personagens que antecederam ao vermos um provável inimigo; mas somos surpreendidos por ele, não é de muito falar, não usou nenhuma palavra de acusação a respeito de sair de Jerusalém, simplesmente o levanta, coloca óleo em suas feridas o levando para uma hospedagem, após lhe tirar do caminho das fortalezas de Jericó.
 
Muitas vezes somos como os dois primeiros personagens, que podemos fazer o bem e não o fazemos, sendo assim o mau exemplo.

 O samaritano não teve plateia e nem aplausos, no entanto marcou toda uma geração!

Apesar de ser apenas uma parábola que Jesus contou, mas veja o desfecho da história (contada por mim):

Após sarar, aquele homem voltou para Jerusalém, onde estava a sua família, ele nunca mais viu o samaritano. 
Os judeus não falavam com os samaritanos, então dificilmente se encontrariam na mesma rua; no entanto, aquele homem contou os momentos de horror que passou e a forma como os seus compatriotas o trataram, e como aquele samaritano se importou e o salvou da morte. Devemos amar os samaritanos, por causa daquele que fez a diferença quando podia simplesmente me deixar morrer.

Talvez você foi a rejeitada, saiu de Jerusalém e foi aprisionada em Jericó, venceu os inimigos na estrada com a força do seu braço mas não consegue sair das fortalezas de Jericó, onde seu espírito e sentimentos estão aprisionados.  Só há um que pode chegar onde você está, é o amado e bom Jesus; Ele te traz de volta a Jerusalém, a terra de paz.
Não seja levada pelo mau exemplos de outros, seja a diferença, não precisamos de aplausos ou plateia...assim como Ele nos amou devemos ser para com outros!

Deus abençoe a sua vida!!


quarta-feira, 27 de julho de 2016

O Ego ferido

O resgate da feminilidade



          "Saber quem somos deve ser o nosso primeiro achado como pessoa."
        O resgate da feminilidade (qualidade ou caráter da mulher).




         Por alguns dias fiquei a pensar de que forma poderia expor esse tema tão polêmico. É impossível falar do "somos todos iguais" sem citar a famosa frase "meu corpo minhas regras". Convenhamos que só usamos essa frase quando nos convém! 
          Em outras postagens tenho explicado porque vivemos num momento tão decadente da humanidade...e porque nós MULHERES, sexo feminino (não foi por opção de sexualidade), somos o maior alvo de violência independente da idade! A rejeição não parte somente do sexo masculino, muitas vezes a agressão vem de outras mulheres. Deixam em nós feridas profundas que durante anos não são tratadas. Como defesa dessas feridas, decidimos ir ao extremo, 1º nos fechamos e manipulamos com o nosso silêncio; ou 2º ferimos os outros da forma que fomos ferida. 
Exemplo: A mulher foi ferida por alguma forma de traição seja amorosa ou amizade. Se não libera perdão ou não é tratada na área os próximos passos serão esses:
1) Não ter relacionamento com ninguém, se fecha, manipulando o sentimento do outro, não acreditando nas intenções do coração das pessoas que desejam realmente amar e ser fiel. A frases prediletas dessas pessoa é: "Vou tratar as pessoas como me tratam"!"Eu já amei uma vez e me traíram, ninguém presta."
OU
2) Usam as pessoas. Manipula com o seu amor de um jeito que o outro se afeiçoa, se apega a sua alma e depois ela o trai com sua rejeição. E assim vai fazendo com vários homens e ou mulheres.
(A personagem Sandra, da novela "Eita mundo bom", é um exemplo típico de alguém manipulador, que usa a carência do outro).

          Se você, preciosa leitora quiser saber mais sobre a mulher dentro do olhar de Deus convido-a a ler as postagens anteriores. 
          Vou explicar a diferença do "Somos todos iguais" entre "meu corpo e minhas regras". Enquanto escrevo, peço a direção do Espirito Santo para me orientar e iluminar. Antes quero lhe dizer que Deus te ama e deseja curar e restaurar a sua alma.

          Somos todos iguais

          Falamos essa frase e a ouvimos com pouca frequência, a não ser quando nos convém! Há dois livros que enfatizam essa afirmação "Somos todos iguais", a Bíblia e a Carta Magna dos direitos humanos, que provavelmente tirou a frase da Bíblia. 
          Sim, somos todos iguais, perante Deus. Não há maior e nem melhor, não há preferidos, todos fomos pecadores e destítuidos da Glória de Deus. 
          A lei, é para todos, grandes e pequenos, homens e mulheres. Na lei do homem, há as brechas da lei, na Lei de Deus não há brechas, há graça e misericórdia com aquele que é justo ou seja, reconhece a sua pequenez diante dEle. 
          Na sociedade, somos todos iguais, apesar de ser machista mas a mulher ainda tem o seu direito, ainda que com dores e lutas, a lei lhe garante isso. Mas o que muitos querem não é a liberdade de ir e vir, querem é carta de alforria para o pecado. A tão famosa frase "meu corpo, minhas regras também é referida aos homens: Não se metam na minha vida, quem manda nela sou eu.

          Em busca da feminilidade

           Meu corpo, minhas regras. Uma tentativa frustrada de exteriorizar a amargura. Eu queria explicar essa frase dentro de um contexto bíblico. Mas não irá adiantar se o meu orgulho feminino e feminista não se render. Baixar a guarda. Lembre-se que toda essa perseguição que sofremos provém da desobediência de Eva...a maldição lançada sobre ela nos atinge até os dias de hoje.

  • Solidão (desgosto nos relacionamentos),
  • ânsia de controlar (principalmente o seu homem)
  • ser dominada pelo homem

         Não queremos controlar, queremos ser respeitadas. Mas respeitadas pelo que? Pela nossa feminilidade? Mas como seremos respeitadas se nós mesmo não nos respeitamos? Como queremos ser donas do nosso próprio corpo se disputamos com os homens e os ameaçamos com a nossa autossuficiência? Que tipo de respeito eu quero? Pare e pense, o que é ser mulher, do sexo feminino, pra você? O seu conceito não é igual ao meu, que não é igual ao dos nossos avós...que não é igual da minha vizinha.....Será que há um conceito para mulher? Será que essa guerra nunca vai acabar? Porque nos tratam como a ralé da sociedade independente da nossa condição financeira? Porque somos tão inferiorizadas? Como venceremos isso?
SIMPLES! Seja a mulher que Deus deseja. Não seja superior e nem inferior. 
E como é ser uma mulher assim? 
Ser simplesmente você! Sem essa parede no seu coração. Sem esse orgulho, essa carência, essa libertinagem, esse espirito de sensualidade, de idolatria do corpo, sem querer ser o homem na casa e no relacionamento....volte-se para Deus e Ele restaurará o seu coração e o verdadeiro valor da mulher.LEMBRE-SE: mulheres são as princesas....que desejam ser salvas...os homens são os guerreiros, os heróis que saem em busca da princesa....você.
          Quando você se voltar para Ele, Deus, o seu corpo será dEle e valerá as regras dEle! E Deus não é machista! Ele te ama, te respeita, luta por você, te ouve, adora conversar contigo, te visitar e te fazer feliz. Ele te ensinará a ser a mulher desejada pelo o homem que Ele tem preparado para você. Essa ação é a cura da maldição de Eva. A nossa "justiça" é como um pano sujo, maltrapilho....
          Somos todos iguais ....mas Deus ama as mulheres e o diabo nos odeia. Se estamos debaixo do cuidado de Deus, o diabo que se cuide!





     
          




























































































           "Esse blog, tem por objetivo trazer esclarecimento a respeito do amor e cuidado de Deus para com a mulher, já que desde a criação Ele, Deus, tem propósito sobre a sua mais materna criação." 

              

       


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Carência



   

           A influência da Carência


        Hoje vamos falar sobre CARÊNCIA. Solicitei a minha filha Vitória para que escrevesse já que ela está lendo um livro a respeito do tema. Aproveite!


        Lidando com as Carências por Vitória Bonvecchio
         (Baseado no escritor Eurípedes Mendes)

         
         Para entendermos:

                       No momento em que nascemos, nossa maturidade emocional começa a ser construída. Todos nós, em diferentes medidas, sentimos necessidade de alguma coisa. Sempre temos a impressão de que algo nos está faltando. Estávamos no útero materno, aconchegados, plenos e protegidos. Ao vir ao mundo a primeira experiência foi romper este lugar de segurança.

                     O que gerou em nossas vidas uma sensação de desemparo, e só voltamos a nos encontrar com aquela condição de plenitude vivida no útero, é  no colo de nossa mãe. Ao nascer precisamos de colo, proteção, toque, alimento, aconchego, afirmação, afetividade, amor e cuidado. E é a figura dos pais que deve (ou deveria), nos fazer viver nos primeiros anos de nascidos,  a mesma sensação que tínhamos no útero.  A mãe e o pai são os nossos primeiros focos de amor, desejo, satisfação e completude.

                  Infelizmente, por conta de abandonos, ausências e incompletudes que a vida nos apresenta, essas necessidades deixam um vazio terrível dentro de nós e nos levando a tentativa frustada de preencher de alguma forma.
               Na medida que crescemos, esses sentimentos deveriam amadurecer junto conosco. Mas, rotineiramente sentimos que algo nos falta e que não estamos plenamente resolvidos com a vida. Nos dias de hoje, vivemos mudanças que estão afetando nossa maturidade emocional. 
                   As relações estão, cada vez mais, desconectadas umas das outras. Os casamentos não são mais sólidos como eram anos atrás. As amizades são extremamente superficiais e descartáveis. Relações afetivas são frágeis. Estamos mais vulneráveis afetivamente.
             O fato? A família não é mais prioridade. Esta sendo ocupada pela carreira profissional. A afetividade que deveria ser aprendida com pais e com a convivência em família, infelizmente, foi substituída pela atividade profissional, desempenho e metas. 

                 Não sabemos nos relacionar, sabemos consumir e fazemos por conta da ausência afetiva. Na fase adulta, toda essa carência afetiva tende a ser preenchida pela imoralidade. Imaginamos que esse sentimento de vazio pode ser resolvido com um(a)  parceiro(a).Não é a toa que existe pessoas que "não consegue ficar sozinha". Entra ás cegas em relacionamentos que se transformaram em fardos terríveis.  O carente é perito em cobrar os outros o tempo todo. Reivindica atenção sempre.              

         O processo da carência

               Carência nos leva a correr atrás de tudo, até daquilo que não é nobre.
  •  O carente não é orientado por sua consciência mas por suas necessidades. 
  • O carente, ninguém pode magoá-lo, por coisas pequenas pode até matar seu namorado(a), cônjuge ou amigo(a), ou qualquer relacionamento.
  • O carente precisa, o tempo todo, provar que é alguma coisa. 

            Em situações de nervosismo extremo e perdemos a noção de quanto podemos magoar alguém ou promover um ambiente constrangedor, temos a mania de dizer: "Perdoe-me. Eu estava fora de mim!" Mas na verdade estamos no estado mais sincero de nosso caráter. Ao fazermos coisas contrárias à nossa natureza, manifestamos a vida de Deus.

        Início da cura

              A primeira coisa que precisamos entender, carência é na verdade, uma enfermidade da alma. Ela tem o poder de controlar e escravizar muitas pessoas, determina as piores escolhas que influenciaram toda nossa vida emocional, e levar alguém a nem conseguir raciocinar em uma situação de crise emocional.

Já ouviu ou disse aquela frase: "Eu preciso de Deus"? É verdade! 
                
               Nosso caráter que necessita ser mudado. A nossa mentalidade deve ser moldada pelos valores do Reino de Deus. Conversão não é mudar de lugares ou hábitos, é uma mudança na maneira de pensar.
              Como filhos de Deus, conscientes da obra da cruz, devem apenas manifestar aquilo que Ele já fez. Revelar o Dom que Deus colocou em nós, deveria (deve) ser nossa motivação.
          Precisamos conhecer o coração do Senhor e o que Ele quer os ensinar na situação em que estivermos passando. A fé não move Deus, a Fé move nossas vidas na direção d'Ele. Oração também não tem esse poder, Ele é imutável. O que é necessário é conhecer o Seu coração, a Sua vontade e os Seus planos para nós. Sempre que nos relacionamos com o Pai deveria ser para que nós mesmos sejamos transformados. "Algo que mata o relacionamento são as cobranças".
      A vida não nos deve nada, nos tornamos depósitos das bênçãos de Deus.  


Vitória Bonvecchio - 
Filha, serva. Amante dos livros e da palavra de Deus. 


  

terça-feira, 12 de julho de 2016

O coração da mulher



Que  segredos há no coração de uma mulher?  

As  vezes é difícil ser mulher! 

Se ouvirmos atentamente a história de qualquer mulher, ouvirá um tema: a agressão ao seu coração.

Muitas de nós escondemos, por anos, a vergonha e a ferida do coração acreditando que ao nos fechar para o mundo - "nunca mais vão me ferir" - estamos livres da rejeição. Lançamos essas palavras como se fossemos moldadas por elas no automático. Ao passar dos anos as feridas continuam a aparecer e muito depois de estarmos "adultas", mas parecem repetir sempre as mesmas mensagens - "será que sou linda? Será que alguém me ama a ponto de lutar por mim? Será que sou desejada? Alguém olha pra mim? Será que alguém se importa?

Em certas situações chegamos a ficar perplexas diante da ferida tão latente como se estivesse jorrando toda a dor guardada, algo que pensávamos estar resolvido ou enterrado no profundo da nossa alma

Que segredos há no coração de uma mulher?

Por que investimos grande parte da nossa energia na tentativa de esconder o nosso verdadeiro "EU" e controlar o mundo para termos a sensação de segurança? Isso é tão verdadeiro que quantas de nós, choramos em soluços gritando que nossa alma está cansada! Essa frase lhe é conhecida?
"ninguém tem nada haver com a minha vida!!!"

Nos escondemos, assim nos sentimos seguras e sofremos menos. Temos medo de confessar nossas dores e temores, assim, somos escravas do silêncio alegando que não precisamos de ninguém, até porque já sofremos com as falsas amizades que abusaram do nosso amor e afeição.


Que segredos há no coração de uma mulher?

"Sonhamos acordadas enquanto estamos no trênsito. Imaginamos conversas importantes ou difíceis em que falamos de forma brilhante. Gastamos nossa imaginação em romances baratos, imaginamos-nos como a bela heroína - encantadora, perseguida, bela. Somos infinitamente criativas em nossas indulgentes ocupações, nossos adultérios do coração. Certamente, não nos limitamos a um só." (Stasi Eldredge)


A resposta do segredo do coração da mulher? É ser mulher sem culpa! Simplesmente MULHER

É ter o coração preenchido de amor, um amor sem medo. Ter um romance, e que um bravo cavaleiro a conquiste, que lute por ela, que a leve numa aventura no qual é a única protagonista. Ter sua beleza, seu afago, delicadeza, cuidado, sabedoria, ternura e vulnerabilidade naturalmente exibidos. É ser livre!.

Ser livre não é viver a vida como se fossemos invisíveis, mas viver sem medo e temores. Liberte-se!


Gabi Bonvecchio
         
    
                                         
           

Série: Curiosidades Cérebro

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